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O mundo
Papa critica golpe, condenação de pessoas caluniadas e manipulação da mídia
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Sem citar o Brasil ou os nomes dos ex-presidentes Lula e Dilma, o Papa Francisco falou sobre manipulação, instrumentalização do povo, criação de “um ambiente de falsa unidade”, que usa a intriga para condenar uma pessoa, depois, “a unidade se desfaz”.

A liturgia, que contém uma dura critica aos golpes de estado, foi lida na manhã desta quinta-feira (17), na missa em Santa Marta, que o papa preside sempre que está no Vaticano.

O Papa comparou as perseguições a Jesus, São Estevão e São Paulo às que ocorrem na "a vida civil”. Segundo ele, na “vida política, quando se quer fazer um golpe de Estado, a mídia começa a falar mal das pessoas, dos dirigentes, e com a calúnia e a difamação essas pessoas ficam manchadas". Depois chega a Justiça, "as condena e, no final, se faz um golpe de Estado". Uma perseguição que se vê também quando as pessoas no circo gritavam para ver a luta entre os mártires ou os gladiadores.

A seguir a íntegra da reportagem do Vatican News, serviço de informação da Igreja Católica:

Na missa celebrada esta quinta-feira (17/05) na Casa Santa Marta, o Papa Francisco dedicou a sua homilia ao tema da unidade, inspirando-se na Liturgia da Palavra.

Existem dois tipos de unidade, comentou o Pontífice. A primeira é a verdadeira unidade de que fala Jesus no Evangelho, a unidade que Ele tem com o Pai e que quer trazer também a nós. Trata-se de uma "unidade de salvação", "que faz a Igreja", uma unidade que vai rumo à eternidade. "Quando nós na vida, na Igreja ou na sociedade civil trabalhamos pela unidade, estamos no caminho que Jesus traçou", disse Francisco.

Escrito por: Redação CUT-MS

          

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