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.: Notícia do Sindicato e em geral
 

 

Crise Politica
Trabalhadores de todo Brasil vão à Brasília
Contra a Ditadura Temer
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A mobilização nacional contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer já tem nova GREVE GERAL marcada para o próximo dia 30 de junho.

A decisão foi tomada por todas as centrais sindicais, que estarão fazendo panfletagem a partir do dia 20 para o «Esquenta Greve Geral».
Se o Congresso Nacional decidir antecipar a votação das “reformas”, as mobilizações serão também antecipadas, para que todos os brasileiros possam reagir e impedir os golpes nos direitos trabalhistas e previdenciários.

O movimento dos trabalhadores e das entidades sociais organizadas intensificarão também a mobilização pela cassação do mandato de Temer da presidência da República e para que o novo presidente seja conduzido ao Palácio do Planalto por todos os brasileiros em processo de eleição direta.

TRUCULÊNCIA DO DITADOR

A ditadura ressuscitou nas mãos do governo golpista, que reprimiu cerca de 200 mil manifestantes em Brasília que reclamavam contra a retirada dos direitos trabalhistas e na aposentadoria.
Nossa luta se transforma em mais um DIRETAS-JÁ!


Trabalhadores de todo o Brasil tomaram Brasília no dia 24 de maio para se manifestarem contra as propostas do governo golpista de Michel Temer de meter o facão nas leis trabalhistas e previdenciária.

A “ocupação de Brasília” começou com uma concentração gigantesca ao redor do Estádio Mané Garrincha, que desceu em direção ao Congresso Nacional. As centrais desceram orientando para uma manifestação ordeira contra os golpes nos direitos trabalhistas e previdenciários, além do grito de “Fora Temer!”, cobrando o afastamento do presidente da República, após as graves denúncias de seu envolvimento nos esquemas de corrupção, divulgadas amplamente na imprensa, ações judiciais, julgamento no TSE.

O movimento democrático foi recebido à bala, bombas e a truculência digna dos piores exemplos herdados da ditadura. Manifestantes agredidos, feridos pelas bombas de efeito moral, pelo gás lacrimogênio, sprays de pimenta e até mesmo por armas letais, registrado em fotos na imprensa.

Temer se apegou ao poder e tentou incriminar os manifestantes como baderneiros, radicais, mesmo que estejam muito claro os infiltrados com iniciativas típicas de vandalismo (segundo os defensores do regime) .

Os argumentos para manter os corruptos e o governo golpista podem ser acompanhados nos relatos da grande imprensa, tanto nas TVs quanto nos jornais impressos, que esconderam a gigantesca mobilização, reduzindo a ocupação em Brasília a 35 mil manifestantes, quando tínhamos cerca de 200 mil pessoas gritando o “golpe no golpe”.

O clima podre de um governo assegurado por poderes corrompidos não mais se sustenta e as portas das cadeias estão à espera de figurões da República nas próximas decisões da Justiça. Não há clima para os corruptos e envolvidos nas propinas aprovarem no Congresso Nacional os golpes contra os direitos trabalhistas e previdenciários.

Centenas de sindicatos e organizações enfrentaram a truculência ditatorial de Temer, exigindo sua renúncia e a convocação de “Eleições Diretas-Já!» Esta é uma postura de luta necessária a todos os brasileiros conscientes das graves ameaças deste golpista a serviço dos interesses de patrões que compram os políticos por bilhões de dinheiros (reais, dólares, apartamentos e outras benesses) e ao custo da quebradeira do País, como enfrentamos tragicamente.

          

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